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Ano novo...

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2014, espero que sejas meigo, doce e feliz. Que me deixes continuar com os que tenho e que me permitas sonhar e ser feliz.
Saúde, paz, amor e trabalho.
É o que te peço, 2014.

Gente do meu estaminé, um ano muito feliz para vocês. Obrigada, de coração, por terem estado sempre aí, desse lado, bem perto de mim neste ano, tão, mas tão duro.

2013

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´Foi tão difícil que me custa escrever. Acreditei mesmo à séria neste ano. Pensei que seria imensamente feliz, mas não foi. Acreditei que fosse o ano da minha vida, que fosse viver com o meu namorado, que o meu trabalho fosse valorizado e desse frutos. Nada. Nada. Mesmo nada.
Foi um ano duro este. E pouco destaco no bom, ainda que o tenha havido.

Tive sempre ordenados em atraso. Trabalhava de grande e nunca sabia o dinheiro que iria ou não ter.
Recebi a minha carteira profissional. Linda que só ela.
Fui despedida com três meses de salário em atraso. Assim, sem mais nem menos. Depois de um Muito Bom, no estágio profissional, ao fim de um mês fui posta na rua. Não consigo explicar a dor que senti. Ainda que soubesse que aquilo não era vidinha para ninguém.
Antes disso tive o "prazer" de fazer as mudanças da "minha redação" para o carro da empresa, depois de sermos despejados.
Tive que fazer ameaças para me passarem os papéis do desemprego onde ti…

Há dias...

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...difíceis. Há dias em que paramos para pensar um pouco. E hoje é o dia. Hoje, embora "agradeça" o trabalho que tenho, falta-me a minha área. Falta-me o que me faz realmente feliz. Falta-me a comunicação. Falta-me o que sonhei. Falta-me que as pessoas entendam isso: "ah, tens trabalho". E ainda que eu saiba que isso é muito bom, o meu coração sabe que não foi para isso que estudei. Mas isso até é pecado dizer. Tenho trabalho e isso, para o mundo, tem que chegar. A mim não chega. Vai saber-me muito bem quando receber, este mês, o meu salário. Mas dói-me. Mas dói-me muito. Mas agora, depois de duas empresas onde me ficaram a dever, é óbvio que sinto a falta de coragem em arriscar. Não sei se algum dia deixarei de ser lojista. Não sou infeliz assim, que não. Mas falta-me o que me faz sonhar. E isso dói-me. Pronto. Mas sim, eu sei que tenho trabalho.

Vamos falar de Natal...

Acho que nunca tive um Natal perfeito, mas tive muitos lá perto.
Houve sempre aquele medo e preocupação. Mas depois havia o resto. Haviam as tardes infinitas ás compras com a minha avó pelas ruas da cidade toda enfeitada. Eu sabia sempre a prenda de todos. Sabia sempre a minha também, mas ainda sem perceber como a minha avó tinha sempre uma que era surpresa.  Depois havia o meu primo. Acho que ele era a alegria da meu Natal. O meu primo, o meu herói. Sempre a dar-me atenção, ainda que eu fosse só a miuda mais chata do mundo. Lembro-me de ficar sempre no lugar mais apertado da casa e ele sempre ao meu lad,o. Com as brincadeiras mais estúpidas e as piadas mais parvas, mas os meus natais eram  felizes muito graças a ele. Emigrou um dia. Merda de país este. E não me lembro do último Natal juntos.
Havia a minha sobrinha, quase da minha idade que acreditava comigo no Pai-Natal. Íamos para a cama, apagavamos as luzes e dlim-dlão, ele tocava a campainha e as prendas apareciam num ápice.

Depoi…

Sem tempo.

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Ando sem tempo para o blog. Ando cansada, mas cansada e isso já se está a refletir fisicamente. Não folgo desde a quinta da outra semana e até ao Natal assim continuará a ser. Ando mesmo mesmo cansada. Buh.
Pelo meio recebi mais um miminho bom da blogosfera que ainda aqui não falei mas irei falar :) Quanto ao postal de Natal é que ainda não lhe senti o cheiro :( Oh.

Ontem foi dia de café com uma amiga. Dia de confissões. Dia de saber pela boca dela coisas que, no fundo, eu já sabia. E foi bom :)

E hoje o parvo do meu namorado exigiu um dos chocolates que o meu rico primo me trouxe da Suiça. Estúpido :( E hoje estou cheia de vontade de comer coisinhas boas e a minha barriga não o permite. Grrr.

É o bom e o bonito...

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...a última empresa onde estive abriu falência técnica. Portanto cheira-me que em vez de um terei dois patrões fofinhos em tribunal. Mas este segundo caso não me parece que possa vir a ter algum resultado. Enfim. Se isto não é azar, então digam lá vocês o que é.  Não sei se ria, se chore... Mas acho que hoje a opção será mesmo a segunda.

E cá em casa...

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...também já é Natal. Não ligo muito ao Natal e ás vezes irrita-me mesmo (eheh) mas o I. Júnior exige as decorações e então que seja. E vá, a bem da verdade sempre decoramos a casa, portanto não seria excepção este ano. A decoração está feita, portanto que venha de lá esse Natal e que seja muito feliz. É tudo o que quero.